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Olá, 

Meu nome é  Elisa.

Sou psicanalista pelo Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP) com mestrado em Antropologia Social pela UFBA. Colaboradora do SOMA - Ambulatório de Transtornos Somáticos do Institututo de Psiquiatria do Hospital das Clínicas - IPQ - FMUSP.Membro do Grupo Brasileiro de Pesquisa Sándor Ferenczi.

 

Membro da Oficina Clínica de Psicanálise e do Projeto "Fala Homem!". 

Realizo atendimentos individuais de jovens e adultos em consultório particular e faço a mediação de grupos terapeuticos e de processos conversacionais em grupo. 

 

Como psicanalista trilho um percurso de formação continuada por meio de diferentes dispositivos de estudos teóricos e supervisão clínica.

 

Tenho ainda em minha bagagem formações em Ontologia da Linguagem, Comunicação Não-Violenta e graduação universitária em Ciências Sociais pela PUC-SP.

Biblioteca Estantes

Meu percurso

O trabalho de escuta do "Outro" percorre toda minha trajetória profissional. Desde a graduação, mestrado e especialização tenho como foco a experiência humana. Meu olhar e escuta abarcam tanto a singularidade subjetiva como a dimensão social e cultural que constituem os sujeitos.

Há 18 anos comecei trabalhando com a escuta de sujeitos pertencentes a grupos socioculturais minoritários. Fiz esse exercício ao longo de diversos trabalhos de campo, usando a escuta para coletar dados para a elaboração de pesquisa acadêmica na área de antropologia social. A antropologia é uma ciência que estuda o humano e a diversidade cultural,  buscando respostas para entendermos "o que somos" a partir do espelho fornecido pelo “Outro”. Nesse período, minhas escutas buscavam compreender o sentido das noções de família, parentesco, casa e território para os habitantes de uma pequena comunidade rural, no contexto cultural do sertão baiano, nordeste brasileiro.

Com o passar do tempo me qualifiquei para facilitar o diálogo de coletivos. Escutei inúmeros grupos visando apoiar tomadas de decisões, mediar conflitos e conduzir processos de desenvovimento grupais.

Importante dizer que parte fundamental de minha formação e do alicerce de meu trabalho clínico é a análise pessoal que realizo há muitos anos. É nesse espaço que vou tecendo construções acerca de meu próprio Inconsciente e onde crio sustentação para o trabalho que faço na clínica. 

Atualmente, meus atendimentos tem como foco jovens e adultos em sofrimento psíquico e/ou em busca de um espaço seguro de escuta, elaboração e cuidado. Minha abordagem clínica é orientada pela teoria psicanalítica de Sigmund Freud, bem como por autores da escola inglesa como Donald Winnicott, Sandór Ferenczi, Cristopher Bollas, entre outros. 

Sou membro do Grupo Brasileiro de Pesquisa Sandór Ferenczi e faço parte do Projeto Aproximações nessa mesma instituição. 

Uma marca importante, que atravessa toda meu percurso, é a interface com modos de existência periféricos, minoritários e diversos, particularmente afetados pelas desigualdades sociais.

Assim, trago para a clínica o comprometimento com a democratização e acesso à psicanálise, dedicando horas semanais para o atendimento social de pacientes nos seguintes espaços:

Ambulatório de Transtornos Somáticos (SOMA) - Instituto de Psiquiatria do Hospital das  Clinícas - IPq - FMUSP.

Clínica pública - Oficina Clínica de Psicanálise.

Projeto Fala Homem! grupo de escuta terapeutica de homens

da Casa do Povo.

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